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sábado, 20 de dezembro de 2014

Pregador x Apontador


É interessante quando a Pessoa sobe no púlpito e diz que a honra é só para Deus e não quer aparecer, mas o coração esta voltado para uma pessoa em especial que não é Deus, isso é Hipocrisia, Altar é lugar de Encontro e não de divisão, não tire conclusões precipitadas procure saber o que realmente acontece com alguém e depois bata o martelo, alias quem julga é só Deus, mas esta na Bíblia! e eu te desafio, me mostre uma palavra que Satanás usou para tentar Jesus que não esteja na Bíblia, sabe qual a diferença de um pregador para um apontador, é simples pregador tem a firmeza e a coragem de falar "Nós", apontadores falam "você".


o fato é que quando entrar na casa do Senhor esteja ciente, que os seus pecados foram lavados, pode subir quem for amado(a), se o seu alvo é cristo você pode ter certeza que quando a roda girar e for a sua vez de estar la encima, sera a sua chance de agradar a Deus de verdade, de dizer: "Deus Nos fala", "nós demovemos", não a justo se quer nessa terra, e ainda que na mentalidade da pessoa ela esteja em posição de promotor, Jesus é o seu advogado, e se você for réu, tem o direito de permanecer calado, para descansar a garganta e gritar o mais alto possível "vale a pena ser fiel"!

e se você ainda for tema, paciência você não perdeu nada, temos oportunidades que Deus nos dá de sermos abençoados ou amaldiçoados ai Nós escolhemos, estar com o coração cheio de Deus e trasbordar amor ou com a boca cheia de palavras e vazia de Deus.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento

O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento.

O conhecimento é tudo aquilo que temos que nos ajudam a crescer, descobrir o novo não é uma tarefa fácil, quem esta disposto a ir além tem que seguir passos importantes, e isso vemos em vários exemplos Bíblicos, mas como estou cativado pela Historia de Noé, vou mostrar através da vida dele esses passos.

A Noé, porém, o Senhor mostrou benevolência.   Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor.


Analisando duas versões do mesmo texto, em um na NVI vemos que Noé mostrou benevolência ou Virtude e na outra ACRF vemos que Deus "Achou", isso não que dizer que esteja errado e sim duas interpretações do mesmo texto, que dão o mesmo sentido sem contradição, no Primeiro vemos Noé mostrando algo para Deus e no Segundo vemos Deus encontrando algo, isso leva a pensar no contexto como o todo, na época Deus viu que todos os Homens (humanos) estavam praticando a mesma coisa, e a pratica nos leva a um comunismo ( não em sentido politico mas de igualdade) quando o povo acostumou a pecar e praticar como se fosse normal isso cheirou mal a Deus, então Deus procurou uma razão para não destruir toda a humanidade.

segundo vemos Noé, um agricultor vindo de uma família de costumes  virtuosos e em um mundo em declínio Noé demonstrou virtudes e Deus estava procurando o encontrou virtuoso


O que isso tem a ver com conhecimento, Noé DECIDIU manter separado mesmo que não é confortável, o conforto nos impede de descobrir que estamos errados só por que esta dando conquistando não quer dizer que esteja certo, a zona de conforto é um perigo é como deitarmos em uma boia sobre o rio e acordar rodeado de crocodilos.

Noé recebeu o projeto, as vezes nós fazemos planos e de repente aparece uma proposta mais interessante e saímos fora do que nós mesmos esperamos, quando Noé recebeu de Deus um projeto ele não questionou, muito menos procurou um "jeitinho" para se manter confortável. 

Noé executou o projeto, um agricultor descobriu que podeira ser Engenheiro naval, Zootécnico, Capitão marítimo, meteorologista e outros oficios que eu ainda não identifiquei.


os projetos de Deus são agregadores, e não destruidores muitos querem estar no conforto de sua vida e não querem conhecer o que Deus tem de melhor, não deixe ninguém nada mudar seu projeto, impedir de faze-lo e interromper seu aprendizado.


siga enfrente quem sabe o que você pode aprender.  

terça-feira, 4 de março de 2014

O Grande Jardineiro

O Grande Jardineiro

Em João capitulo 15 inicialmente vemos uma parábola um declaração do nosso mestre,


Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador.
   Jesus é a videira verdadeira, a videira é a Planta que produz uvas, Jesus esta enraizado, no solo fértil que é o Pai e através de Jesus Flui a seiva verdadeira que é o Espirito Santo, como toda planta é nutrida e fortalecida através dos seu galhos, o corpo de Cristo também é nutrido da mesma forma.

  Um agricultor que ama o seu produto gosta de ver o seu produto com a melhor qualidade, para que ele tenha um retorno com esse produto, o Pai é o agricultor ou lavrador, e quando Ele vê que algum ramo não esta produzindo como deveria ele cuida desse ramo, para produzir melhor, e o ramo que não produz Ele é forçado a retirar este ramo fora para não prejudicar o resto.

Ramos Improdutivos 

Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; 
João 15:2 Part A
  Deus não lança o Ramo ruim fora por que ele o odeia mas por que Deus ama os seu frutos e um ramo que não dá fruto é um ramo estero não produz não presta, se você tem um celular que cai ligação, que desliga sozinho que toda hora pede recarga você fara o que com ele? na primeira oportunidade você joga fora e compra outro, é justo não é.
  Se ponha no lugar de Deus, Deus deseja pessoas que gere pessoas cada vez mais sadias espiritualmente ele nos enviou para produzir mais discípulos (Mateus 28:19) caso você seja uma pessoa que prejudica a obra Deus ira retirar e jogar fora de sua obra, não vou apontar nada, mas pare para pensar você esta como você acha que é certo ou como é o certo de verdade? se você esta com duvida estarei postando como você pode melhorar cada vez mais no reino de Deus.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ESTUDOS EM HERMENÊUTICA BÍBLICA


A LEI DO CONTEXTO


Ou, Leis Básicas de Interpretação da Bíblia
Pr. Davis W. Huckabee
A palavra “contexto” significa literalmente “tecer junto”, e lida com aquilo que vai antes e depois de uma palavra ou passagem específica das Escrituras. Assim, o contexto de um texto das Escrituras são os versículos ao redor que têm relação com o mesmo assunto ou tema. Um pastor amigo, o irmão Charles Whaley, explicou bem quando disse: “Não há nenhum texto separado do contexto”. Danos incalculáveis foram cometidos por pessoas que tiraram um texto ou frase de seu contexto, e o interpretaram sem referência aos versículos ao redor.
Citamos um exemplo para mostrar a tolice disso, e embora poucas pessoas iriam ao extremo que o nosso exemplo foi, mas algumas interpretações são totalmente perigosas por sua plausibilidade aparente. Um pregador, que tinha uma séria aversão a mulheres usando coque, determinou pregar uma mensagem contra esse costume. Mas não conseguindo encontrar um texto que condenasse essa prática, ele escolheu quatro palavras de Mateus 24:17, tirou-as de seu contexto e pregou sobre o tema “Removendo o Coque”. A referência a essa passagem mostra que não há a referência mais remota a cabelo, moda feminina, nem mesmo ao sexo feminino em alguma maneira. No entanto, a passagem serviu para justificar o preconceito. E lamentavelmente, às vezes tal tolice é ainda praticada por homens que se preocupam mais com suas opiniões do que com a exposição correta da Palavra de Deus.
Um dos fatores básicos na Inspiração lida com esse assunto, conforme lemos em 2 Pedro 1:20-21: “Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação. Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo”. Observe-se primeiramente que profecia aqui e em outras partes das Escrituras não se restringe a eventos futuros que são preditos. A palavra grega propheteia significa literalmente proclamar = pregar, e esse é o sentido mais comum nas Escrituras quando essa palavra é usada.
Isso “significa a proclamação da mente e conselho de Deus (pro, para frente, phemi, falar: veja PROFETA)… Embora boa parte da profecia do Antigo Testamento seja puramente de previsão, veja Miquéias 5:2, por exemplo, e confira João 11:51, a profecia não é necessariamente, nem mesmo principalmente, prognosticadora. É uma declaração daquilo que não se pode conhecer por meios naturais, Mateus 26:68, é a proclamação da vontade de Deus, quer com referência ao passado, ao presente ou ao futuro, veja Gênesis 20:7; Deuteronômio 18:18; Apocalipse 10:11; 11:3”. — W. E. Vine, Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositor do Novo Testamento), Vol. III, P. 221.
Alguns sustentam de modo errôneo que o versículo 20 proíbe qualquer indivíduo de decidir por si o que alguma Escritura significa. Essa é principalmente a posição do catolicismo que tem, até em tempos bem recentes, proibido seu povo de até ler a Bíblia, muito menos determinar seu sentido, mas eles recebiam ordens de deixar a “Igreja” decidir o sentido, e deixar a “Igreja” dizer ao povo no que crer. Contudo, esse não é o sentido desse versículo, conforme a tradução literal revela. Literalmente essa posição diz: “Nenhuma proclamação da Escritura é da sua própria e livre interpretação”, e a razão é dada no versículo 21, “porque a proclamação nunca foi produzida por vontade de homem algum”, etc. Deus deu as Escrituras a Seus porta-vozes escolhidos, e Ele deve dar a interpretação delas. Mas ao dizer que nenhuma Escritura é da sua própria e livre interpretação, sugere-se que não se deve tirar nenhuma Escritura de seu contexto e interpretá-la como se estivesse totalmente sozinha, sem nenhuma relevância para quaisquer outras Escrituras. O contexto muitas vezes “desatará” o nó de algo que de outro jeito seria impossível entender. O erro que muitas pessoas cometem é não interpretar uma Escritura de acordo com seu contexto.
É fato que a maioria das teorias prediletas baseia-se em perversões do verdadeiro sentido e aplicabilidade do texto, pois as teorias que são sustentadas com mais tenacidade e apresentadas com paixão, são geralmente as teorias com menos comprovação nas Escrituras. Essa parece uma das fraquezas característica da carne — dar importância maior ao que tem importância menor.
Pedro advertiu contra esse próprio problema — torcer as Escrituras para tentar forçá-las a dizer o que não dizem. Depois de falar das epístolas de Paulo, e das verdades profundas que elas contém, ele disse: “…que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição”. (2 Pedro 3:16) Deve-se observar de passagem que Pedro foi inspirado a colocar as epístolas de Paulo no mesmo nível das “outras Escrituras”. Isso também se aplicaria àquilo que o Espírito Santo havia movido Pedro a escrever.
As palavras que Pedro usou aqui são instrutivas. “Torcer” traduz strebloo, que é a forma verbal de um substantivo que se referia a um instrumento de tortura, e assim se refere à tortura com um sarilho, ou torcer até desconjuntar. É isso o que se tenta fazer com uma Escritura quando se não quer entendê-la em seu contexto e deixá-la dizer o que tinha o propósito de dizer. “Perdição” é o sentido literal da palavra aqui usada, mas também é traduzida “destruição”, pois muitas vezes tem a conotação de destruição espiritual. E essa é evidentemente a idéia aqui, conforme indica o seguinte versículo: “Vós, portanto [ele está tirando uma conclusão a partir do versículo precedente], amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza”. Perverter uma Escritura a fim de se estabelecer uma interpretação pessoal é uma característica dos homens maus, e tem sua própria maldição, pois entorta o entendimento que o indivíduo tem da verdade e estabelece a falsidade em seus pensamentos. Mas os verdadeiros santos podem também se desviar nesse assunto, pois todos temos ainda uma mente carnal que deve ser mantida em submissão ao Espírito Santo.
Se as pessoas apenas dessem maior atenção ao contexto de qualquer Escritura que estão considerando, noventa por cento das heresias e interpretações incorretas que atormentam o Cristianismo seriam eliminadas. A maioria das interpretações erradas surge do fato de haver uma visão muito limitada do assunto sob discussão, e também por causa da tentação de interpretar as Escrituras à luz das modernas crenças e práticas. O escritor se arrisca a citar outro exemplo, erro no qual ele próprio já caiu em determinado tempo. Há uma teoria sobre a “vida intermediária”, que sustenta que na morte a pessoa não vai para o céu nem para o inferno, mas em vez disso vai para um lugar intermediário de confinamento até a vinda de Cristo. Em determinado tempo esse escritor apoiava esse erro, e uma das Escrituras em que ele se escorava para provar isso era Atos 2:34. “Porque Davi não subiu aos céus”. Entendia-se que essa passagem provava que deve haver um “estado intermediário”, pois Davi estava morto havia muito tempo, porém ele não havia subido ao céu. Contudo, o erro se baseava na ignorância do contexto.
Lendo o contexto, logo ficamos sabendo que o assunto que está sendo discutido aqui não é a “vida intermediária”, nem é de forma alguma o estado da alma que está em debate. O apóstolo está aqui argumentando que Jesus na verdade era o que Ele afirmava ser, e que o Pentecoste era prova do fato de que Jesus realmente havia ressuscitado dos mortos e subido fisicamente ao Pai, conforme já havia sido predito em profecia. A ressurreição física de Cristo é o assunto aqui, pois Davi não havia subido fisicamente ao céu, de modo que a profecia não poderia se referir a ele. Um conceito pré-formado envolvendo a teoria do estado intermediário permaneceu com esse escritor durante três ou quatro anos, impedindo-o de entender corretamente essa maravilhosa passagem, mas quando ele a leu em contexto, a verdade finalmente irrompeu. Isso fez com que esse escritor ficasse mais consciente da necessidade de observar o contexto inteiro em qualquer passagem antes de aplicar sobre ela alguma interpretação dogmática. Desde então, com o passar dos anos escrevendo comentários acerca de quase todos os versículos do Novo Testamento, esse escritor constatou repetidamente que entender dentro do contexto inteiro quase sempre nos dá uma percepção mais reta de qualquer versículo.
A pregação expositiva era o tipo mais comum achado no Novo Testamento, e é claro que essa pregação envolve pegar uma parte das Escrituras e examiná-la, em vez de pegar só um texto ou tópico e desenvolver uma mensagem em torno dele. Por esse motivo, a pregação expositiva geralmente lida com uma parte maior das Escrituras do que lida com qualquer outra forma de pregação, e é pois mais fiel ao contexto de qualquer dado versículo do que qualquer outra forma de pregação. Assim essa pareceria ser a forma ideal de pregar a Palavra. No entanto, a pregação tópica e textual é também importante e muitas vezes necessária, mas devemos sempre considerar o contexto.
Mas podemos e devemos aplicar para todo o nosso estudo esse mesmo princípio e sempre fazer questão de estudar o contexto inteiro de qualquer versículo, até mesmo quando envolve vários capítulos. E todo o nosso esforço impedirá a aplicação de uma interpretação errônea num versículo isolado. O evangelismo popular que usa “Caminhando em Romanos” erra nesse aspecto, pois pega Romanos 10:13 e constrói uma pirâmide invertida em cima desse único versículo, com pouca ou nenhuma atenção ao contexto. É gloriosamente verdade que “Quem invocar o nome do Senhor será salvo”. Mas há nove capítulos e meio de contexto antes desse versículo que precisamos entender para que não lhe apliquemos uma interpretação totalmente errônea. A negligência de levar em consideração os capítulos de um a três de Romanos deixará os homens ignorantes da depravação total de todos os homens de modo que eles não perceberão sua necessidade. E sem conhecimento de Romanos 3:24-5:1 os homens permanecem ignorantes da necessidade absoluta da redenção que existe única e completamente em Cristo. E se os homens não perceberem que essa redenção é aplicada unicamente pela graça soberana, Romanos 5:20-21, eles sentirão uma auto-suficiência que os impossibilitará de sentir a necessidade de invocar o Senhor. É fácil obter profissões de fé se um Evangelho pervertido e incompleto for apresentado, mas a negligência de apresentar toda a verdade condenará o pecador para sempre, e fará com que o pregador descuidado seja culpado do sangue dos homens, Atos 20:26-27.
O contexto determinará, na maioria dos casos, o assunto de qualquer versículo, pois há geralmente um discurso conectado. A única exceção é o Livro de Provérbios que, conforme seu título sugere, é uma coleção de ditados curtos sobre muitos assuntos. Contudo, até mesmo em Provérbios há às vezes uma continuidade de assunto através de vários versículos ou, num exemplo, vários capítulos (o assunto de “Sabedoria” é bem proeminente em vários capítulos).
As Leis até agora consideradas estão todas inter-relacionadas, pois a Lei Um diz: “Deus deu uma revelação?” A Lei Dois pergunta: “Sou submisso à revelação de Deus?” Então a Lei Três pergunta: “Qual é o sentido dos termos usados?” A Lei Quatro então pergunta: “Quais as maneiras em que os termos são usados?” A Lei Cinco pergunta: “Quais a leis gramaticais que governam os termos usados?” Enquanto a Lei Seis pergunta: “Qual é o assunto do contexto em que está esse versículo?” Tudo isso é muito importante na hora de determinar a interpretação correta das Escrituras, e onde essas leis são ignoradas ou violadas, não dá para evitar erro e interpretações incorretas das Escrituras.
Todos os cristãos precisam se preocupar com a interpretação correta da Palavra da Verdade, não só por amor a si, pois todos devemos algum dia “comparecer ante o tribunal de Cristo”. (2 Coríntios 5:10), para dar “conta de si mesmo a Deus” (Romanos 14:12), mas por amor aos outros também. Nós todos temos influência sobre outros, quer queiramos ou não, e por esse motivo devemos ser sãos na fé, do contrário desencaminharemos outros. O erro doutrinário na vida de uma pessoa pode não ter conseqüências tão sérias quanto tem em outros que seguem o exemplo dessa pessoa, pois ela pode ter outras crenças que são sadias o suficiente para impedi-la de se aprofundar no erro. Mas pode ser que seus seguidores não tenham essas verdades para contrabalançar, e assim sejam mais ainda desencaminhados.

Autor: Pr Davis W Huckabee
Fonte: www.obreiroaprovado.com